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Vacinação é passaporte para curtir as férias com tranquilidade

Publicada em : 05/07/2012

Se os planos incluem conhecer outros países, principalmente na Europa, alguns cuidados com a imunização são essenciais

Quem pretende aproveitar as férias de julho viajando precisa escolher um bom destino, organizar um roteiro e colocar as vacinas necessárias em dia. Se os planos incluem conhecer outros países, principalmente na Europa, alguns cuidados com a imunização são essenciais. De acordo com a infectologista Raquel Muarrek Garcia, do Hospital e Maternidade São Luiz, uma das partes mais importantes do planejamento da viagem é se informar sobre as vacinas exigidas para desembarcar no local. “Quem não está totalmente imunizado corre altos riscos de contrair doenças locais. Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, por exemplo, as mais comuns são sarampo e rubéola”.

O ideal é que as vacinas sejam aplicadas em cerca de três semanas antes do embarque, para se fortalecer no organismo. As principais são contra febre amarela, rubéola, sarampo e caxumba. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2010, o Brasil conquistou o certificado de erradicação do sarampo, e desde 2008 não há registros de casos de rubéola em território nacional. “Essa é principal causa da preocupação dos países em relação à imunização. Quando uma doença é erradicada, é imprescindível que todos os cuidados sejam tomados para que ela não torne a circular entre a população”, explica a infectologista.

Estão presentes, nos aeroportos de todo o país, os Centros de Orientação para a Saúde dos Viajantes, mantidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que podem ser procurados em até 15 dias antes da viagem. Existem restrições para quem está imunizado há menos de 10 dias, por isso, para que a viagem seja tranquila, é necessário máxima atenção com os prazos em relação à data de embarque.

Para quem procura se divertir explorando o Brasil, é imprescindível estar imunizado contra a febre amarela. “Estados das regiões norte e centro-oeste do Brasil tem alto grau de transmissão da doença. Lembrando que pessoas com imunodeficiências, como portadores de câncer ou HIV, não devem ser vacinadas”, finaliza.

Fonte:Hospital e Maternidade São Luiz