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Vacinação contra sarampo

Publicada em : 21/02/2013

Estado registra caso importado da doença; paciente de Bauru contraiu durante viagem aos Estados Unidos


Com o retorno das férias de verão e o início do ano letivo escolar, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo orienta a população paulista a colocar em dia a vacinação contra o sarampo.
O Estado de São Paulo já registrou o primeiro caso importado da doença neste ano. De acordo com investigação do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria, trata-se de um morador de Bauru, do sexo masculino, de 20 anos, com histórico de viagem para Flórida (EUA).
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. A circulação do vírus ocorre em diferentes partes do mundo, como a Europa, Ásia, Oceania e África. Somente neste ano, há informações de circulação intensa no Reino Unido, Congo, Uganda e Paquistão. O Estado de São Paulo não confirmou casos de sarampo em 2012.
Além do intenso trânsito internacional, interestadual e intraestadual de pessoas, a diretora do CVE, Ana Freitas, ainda ressalta que São Paulo deve receber em julho cerca de 40 mil jovens, vindos de todas as partes do mundo, que participarão da Jornada da Juventude Católica.
“Por isso é muito importante que todos mantenham a situação vacinal atualizada. A vacinação é a forma mais eficaz de se prevenir contra o sarampo”, afirma Ana.
A vacina tríplice viral, usada na prevenção contra o sarampo, protege também contra rubéola e caxumba. No calendário básico de vacinação, a primeira dose é aplicada aos 12 meses de idade e uma segunda dose entre 4 e 6 anos de idade. Para as pessoas entre 7 e 19 anos de idade recomenda-se que recebam duas doses (com intervalo de 30 dias) e, às pessoas entre 20 e 50 anos, pelo menos uma dose.
Aos viajantes que retornem a São Paulo a orientação é para ficarem atentos aos sintomas do sarampo – febre e exantema (manchas avermelhadas no corpo), acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para procurarem imediatamente um serviço de saúde e evitar contato com outras pessoas antes do atendimento médico.

Fonte:Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo