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Baixa umidade do ar

Publicada em : 15/08/2012

Crianças e idosos estão mais vulneráveis às doenças respiratórias


Há 26 dias sem chuvas e sem previsão para os próximos 10 dias, a umidade relativa do ar está com índices críticos em São Paulo. Como consequência, parte da população sofre com o agravamento de doenças respiratórias, infecções das vias aéreas e viroses, além daqueles que são acometidos com ardência e ressecamento nos olhos, boca e nariz.

Para evitar ou minimizar a ocorrência de problemas de saúde em decorrência do tempo seco, a Secretaria de Estado da Saúde indica alguns cuidados importantes.

A baixa umidade relativa do ar dificulta a dispersão de poluentes. Esses poluentes, na forma de diversos tipos de partículas (ácaros, o enxofre que sai do escapamento de veículos, poeira e restos de materiais queimados, entre outros) ao ficarem em suspensão no ar, acabam sendo inalados pelas pessoas o que acaba favorecendo a ocorrência de problemas respiratórios e infecções.

“Com o ar mais seco, as vias aéreas são diretamente afetadas, facilitando a entrada de vírus e bactérias. A prevenção é o melhor remédio”, diz Fábio Pereira Muchão, pneumologista do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) “Dr. Luiz Roberto Barradas Barata”, unidade da Secretaria localizada no bairro de Heliópolis, zona Sul da capital.

O especialista destaca, ainda, que crianças, idosos e pessoas que já possuem histórico de problema respiratório são os grupos mais vulneráveis às doenças neste período e precisam redobrar os cuidados.

Dicas
· Ingerir bastante líquido (a não ser em caso de alguma restrição);
· Não faça exercícios físicos entre as 10h e 17h quando a umidade do ar estiver baixa;
· Deixe um recipiente com água ou um pano molhado no quarto antes de dormir;
· Não use o umidificador elétrico por muitas horas seguidas. O ambiente pode ficar muito úmido e causar mofo e bolor;
· Lave as narinas com soro fisiológico e/ou faça inalações com o mesmo produto;
· Mantenha os ambientes arejados e livres de tabaco e poeira;
· Evite frequentar lugares fechados em que haja grande concentração de pessoas, como shoppings-centers, supermercados e cinemas.

Fonte:Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo