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Vacina contra paralisia infantil é prorrogada

Publicada em : 25/06/2013

Vacinação acontece até o dia 28 de junho. Até segunda-feira, dia 24 de junho, 2,1 milhões de crianças foram vacinadas


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo prorrogou a campanha de vacinação contra a paralisia infantil até a próxima sexta-feira, dia 28 de junho. De acordo com balanço da Pasta, baseado nos dados informados pelos municípios paulistas, até a manhã de segunda-feira, dia 24 de junho, 2,1 milhões de crianças já foram vacinadas em todo o Estado.

Até o dia 28 de junho o Estado de São Paulo pretende imunizar 2,4 milhões de crianças contra a polimielite. O número corresponde à meta de cobertura de 95% dos 2,5 milhões de paulistas com mais de seis meses e menores de cinco anos de idade, público-alvo da campanha de vacinação. A vacina é segura e os efeitos colaterais são extremamente raros.

“A vacina é a única forma eficaz de prevenção contra a paralisia infantil. Por isso é importante que os pais e responsáveis levem seus filhos para serem vacinados”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

A diretora de Imunização da Secretaria ressalta também que é muito importante que, mesmo com a prorrogação da campanha, os pais ou responsáveis não esperem até a última hora para levarem as crianças aos postos de vacinação para serem imunizadas contra a paralisia infantil.

A novidade da campanha de vacinação neste ano é a mudança da faixa etária abrangida. Receberão as doses em gotas da vacina Sabin apenas as crianças maiores de seis meses. Além da vacina contra a poliomielite, os pais ou responsáveis que levarem a caderneta de vacinação de seus filhos em algum dos postos fixos poderão aproveitar para atualizar as doses de outros tipos de vacina que estejam em atraso.

Causada pelo poliovírus selvagem, a poliomielite é caracterizada por febre, mal-estar, cefaleia e pode causar paralisia. Desde 1988 o Estado não registra casos de paralisia infantil, porém a vacinação é fundamental já que o vírus da doença ainda circula na África e Ásia.

Fonte:Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo