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Artesp realiza campanha contra a exploração sexual de crianças

Publicada em : 16/05/2013

Serão distribuídos 370 mil folhetos em praças de pedágio e afixados cartazes com alerta sobre o problema


A exploração sexual de crianças e o tráfico de mulheres são temas de campanha de conscientização promovida pela ARTESP (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) e pelas concessionárias que administram as rodovias paulistas, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MTP). Estão sendo distribuídos panfletos nas praças de pedágio e afixados cartazes com informações sobre essas duas práticas: como se prevenir, danos psicológicos que causam às vítimas, penas a que estão sujeitos quem comete esses crimes e, principalmente, onde denunciar.

Estão sendo distribuídos 370 mil folhetos. Cada concessionária adotou um calendário específico para desenvolver a campanha. Mas boa parte delas intensificará as ações em datas próximas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio. A Ecovias, por exemplo, distribuirá material nos postos de Serviço de Atendimento aos Usuários (SAUs) e no pátio de estacionamento de caminhões, no km 44 da Rodovia Anchieta. Além da divulgação do material impresso, algumas concessionárias, como a Autoban e a Triângulo do Sol, vão colocar mensagens sobre o tema nos painéis de mensagens variáveis ao longo das rodovias – aqueles que trazem informações sobre as condições das rodovias. A SPVias colocará informações da campanha em seu site.

Os folhetos chamam a atenção para o crime cometido com a exploração sexual de crianças e adolescentes. São quatro capas diferentes, mas todas destacam a mensagem “Exploração sexual de crianças e adolescentes não é brincadeira, é crime”. Em cada versão há um destaque diferente, mas todos referentes à criminalização do ato: “Turismo sexual infantil: passagem direta para a cadeia”; “Quem faz programa com criança assiste à vida da prisão”; “Uma noite com uma criança, 10 anos vendo o sol nascer quadrado”; e “Programa com criança: pague com 10 anos de cadeia”.

O material aponta ainda para os danos que são causados à criança vítima de exploração sexual e à sua família, além de trazer dicas para evitar que outras pessoas se tornem vítimas desse crime. Para denunciar casos de exploração sexual de crianças e adolescentes basta ligar no Disque Denúncia (100). As informações serão investigadas e o denunciante mantido em sigilo.

Já os folhetos da campanha para evitar o tráfico de mulheres chama a atenção para a facilidade de ofertas de emprego no exterior com alta remuneração. “A promessa era de um bom emprego no exterior. A realidade foi de trabalho escravo e prostituição. Tráfico de pessoas, não caia nessa” é a mensagem principal. A parte interna do folder explica como age a máfia do tráfico de mulheres, destacando que crianças e adolescentes também são aliciadas, e aponta as precauções a serem tomadas para não se tornar uma vítima. Para denunciar este tipo de crime há, além do Disque Denúncia (100), a Central de Atendimento à Mulher (180).

Fonte:ARTESP