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Contra o consumo abusivo de álcool

Publicada em : 06/12/2012

Unifesp lança site para alertar a população

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), parceria com pesquisadores de outros 3 países (México, Bielorrússia e Índia) e em conjunto com duas universidades federais brasileiras (Universidade Federal de Juiz de Fora e Universidade Federal do Paraná), lança nesta quinta-feira, dia 6 de dezembro, o primeiro site do Brasil em e-health destinado para pessoas que fazem uso de risco de álcool: o Informálcool (www.informalcool.org.br).

Com o objetivo de fornecer informações relacionadas ao alcoolismo no Brasil e no mundo, o site é destinado aos profissionais da área da saúde e à população em geral e está sendo lançado simultaneamente nos outros países envolvidos. Além disso, está disponível a ferramenta Bebermenos, um programa de intervenção com o internauta que mostra a importância da detecção do uso do álcool precoce em usuários de risco.

O site faz parte do plano de atividades estratégicas para a redução do uso  nocivo do álcool no mundo e conta com colaboração do Instituto Trimbos da Holanda. De acordo com a professora Maria Lucia Formigoni, chefe do departamento de Psicobiologia da Unifesp, vários problemas graves de saúde são decorrentes do consumo abusivo do álcool. Entre eles, cirrose hepática, anemias, hipertensão, diversos tipos de cânceres e doenças neurológicas, além da possibilidade de malformações dos fetos. Atualmente, cerca de 2,5 milhões de mortes acontecem por ano e são atribuídas ao uso em excesso do álcool.

“Em geral, os usuários de substâncias psicotrópicas, como o álcool, procuram os serviços especializados em uma fase muita avançada do problema”, explica. “Como a Internet é um meio de busca diária crescente de informações e de fácil acesso, o desenvolvimento de uma plataforma online, com uma intervenção dirigida aos usuários de risco, se faz necessária. Isto pode trazer benefícios plausíveis, considerando-se que uma intervenção em fases iniciais melhora o prognóstico.”

Fonte:CDN Comunicação Corporativa