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Catalisadores são reprovados

Publicada em : 25/09/2012

Catalisadores são reprovados


Conversores analíticos, popularmente conhecidos como catalisadores, foram fiscalizados no último dia 12/9 na capital e nas cidades de São Caetano e Santo André, no ABC Paulista.

Das 5 empresas fiscalizadas, 1 (20%) estava irregular. No local, foram apreendidos 4 produtos sem o selo de Identificação da Conformidade do Inmetro.

“A cada dia aumenta o número de carros e com eles os riscos da emissão de gases poluentes. Nesse contexto, é fundamental o uso do catalisador, que reduz o impacto tóxico no meio ambiente. Portanto, é importante que o consumidor se certifique que o catalisador é de qualidade e não é falsificado, através da presença do selo do Inmetro no equipamento”, explicou José Tadeu Rodrigues Penteado, superintendente do Ipem-SP.

A obrigatoriedade da fabricação ou importação de catalisadores com conformidade avaliada pelo Inmetro passou a vigorar em abril de 2010. Desde abril de 2011, nenhum estabelecimento comercial está autorizado a comercializar conversores em desacordo com essa resolução.

O catalisador faz parte do sistema de escapamento do carro e transforma os gases nocivos produzidos pela combustão do motor em gases menos poluentes.

O selo do Inmetro deve vir estampado na peça e também na embalagem, quando existir, o que garante que o produto foi submetido aos ensaios de medição de emissão de gases de escapamento e está de acordo com as características de qualidade, aplicabilidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de controle ambiental.

Além de agredir o meio ambiente, o motorista que não utilizar o catalisador está também sujeito a multas, por infringir a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro.

“Essa norma é de extrema importância, pois garante ao consumidor que ele está comprando uma peça de procedência, com a tecnologia adequada para realizar a conversão dos gases emitidos pelo motor do automóvel em gases menos agressivos à atmosfera”, afirmou Valmir Ditomaso, diretor de Metrologia e Qualidade do Ipem-SP.

As empresas autuadas pelo Ipem-SP têm dez dias para apresentar defesa ao órgão, que define, então, as multas.

De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem variar entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

No caso dos catalisadores, o valor mínimo é de R$ 800 e o máximo, de R$ 30 mil.

Esses valores valem para primários e com apresentação de defesa, podendo dobrar na reincidência.

EMPRESA NOTIFICADA
Maria José Alves de Souza Me
Nome Fantasia: Help Scap
Rua Oriente, 876 - Barcelona - São Caetano do Sul
Irregularidade: Comercializava Conversor Catalitíco, destinado a reposição, sem ostentar o selo de Identificação da Conformidade do Inmetro.

Fonte:Assessoria de Comunicação - Ipem-SP