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Estudo WWF

Publicada em : 25/05/2012

Um dos alertas é para a necessidade de sistemas que tratem de forma mais eficiente problemas como o da água

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) divulgou na terça-feira (15) relatório sobre a saúde do planeta Terra. Um dos alertas é para a necessidade de sistemas que tratem de forma mais eficiente problemas como o da água.

“Um sistema eficaz hoje, na situação atual dos rios que cortam as grandes cidades do mundo e, em especial, do Brasil, precisa oferecer uma solução rápida e de baixo custo para a recuperação dos cursos d’água”, avalia o diretor técnico da DT Engenharia de Empreendimentos, engenheiro Procópio Gomes de Oliveira Netto.

“Não podemos esperar duas ou três décadas para termos um sistema de saneamento básico ideal, enquanto o meio ambiente paga a conta. Precisamos ter meios, e já temos, de recuperar o que está degradado”, afirma.

Ele aponta como exemplo as Unidades de Tratamento de Rios (UTRs), que já operam com eficácia em localidades importantes em todo o Brasil, como a Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), no Lago do Ibirapuera, em São Paulo. No Rio de Janeiro, há unidades em Jacarepaguá (UTR Arroio Fundo), na praia de Barra de Guaratiba (UTR Guaratiba), no Aterro do Flamengo (UTR Rio Carioca) e na Comunidade da Rocinha em São Conrado (UTR da Rocinha), assim como no Piscinão de Ramos, que possui um sistema de tratamento patenteado desde a captação da água até a sua destinação para a Baía de Guanabara.

As UTRs funcionam através do processo de aplicação sequencial e em fluxo das técnicas de Coágulo/Floculação e Flotação para melhoria de cursos e corpos d'água, chamado FLOTFLUX®. Desenvolvido pela DT Engenharia, é uma tecnologia exclusiva de tratamento de água, esgoto, rios e balneários, 100% nacional e inédita em escala mundial, com patente e marca registrada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

“As UTRs não concorrem com o sistema de saneamento básico, elas antecipam o resultado ambiental enquanto tal sistema não atinge o desenvolvimento ideal”, avalia. “As Unidades protegem o corpo receptor e, como resultado, dão ao rio condições naturais para se recompor e gerar vida”, explica.
 

Fonte:Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação