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Associação Comercial de SP

Publicada em : 26/05/2017

Confiança do consumidor brasileiro cai 9 pontos entre janeiro e maio

Divulgação
O Índice Nacional de Confiança (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) aponta que a confiança do brasileiro caiu nove pontos entre janeiro e maio deste ano. Os resultados foram: 77 pontos em janeiro, 74 em fevereiro, 71 em março, 66 em abril e 68 em maio.  

O INC varia entre zero e 200 pontos; o intervalo de zero a 100 é o campo do pessimismo e, de 100 a 200, o do otimismo. A margem de erro é de três pontos.

As pesquisas foram feitas dentro da primeira quinzena de cada mês em todas as regiões brasileiras. No caso do INC de maio, as entrevistas ocorreram entre os dias 1º e 13 de maio ― antes, portanto, do início da atual crise política, desencadeada dia 17 de maio.

"Alguns indicadores econômicos melhoraram de janeiro até agora, como inflação, contas externas e juros, mas isso não se refletiu no ânimo do consumidor. A principal causa da queda do INC mês a mês foi o desemprego, que bateu recordes nos últimos meses", comenta Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). "Mesmo assim, defendemos a continuidade da política econômica: ela está no caminho certo, apesar do avanço lento dos números", acrescenta Burti. "Inclusive essa política econômica, acompanhada pela melhora de indicadores, fez aumentar a confiança da indústria e do empresariado".

Futuro e emprego

Segundo o Índice Nacional de Confiança, em janeiro, 38% dos brasileiros acreditavam em uma melhora de sua própria situação financeira. Nos meses seguintes, as parcelas foram caindo para 35% (fevereiro), 34% (março), 32% (abril) e 32% (maio). Os inseguros no emprego somavam 51% da amostra em janeiro; a parcela aumentou até chegar a 60% em maio.

O INC

Encomendado pela ACSP ao Instituto Ipsos, o Índice Nacional de Confiança é elaborado a partir de entrevistas pessoais e domiciliares em todas as regiões brasileiras, com base em amostra probabilística e representativa da população brasileira de áreas urbanas de acordo com dados oficiais do IBGE (Censo 2010 e PNAD 2014). Trata-se de uma medida da extensão de confiança e segurança do brasileiro quanto à sua situação financeira ao longo do tempo. Além de indicar a percepção do estado da economia para a população em geral, o índice visa a prever o comportamento do consumidor no mercado.

Fonte:Assessoria de Imprensa ACSP