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Nova faculdade de Engenharia da Inovação

Publicada em : 09/12/2013

Localizada no bairro da Bela Vista, em São Paulo, o ISITEC já conta com laboratórios, biblioteca e salas de aula


O Instituto Superior de Inovação Tecnológica (ISITEC) acaba de ser credenciado no Ministério da Educação (MEC) e terá o primeiro curso de Engenharia da Inovação em 2014.  Seu mantenedor, o Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (Seesp) investiu R$10 milhões na elaboração da proposta pedagógica e nas instalações da escola.  

“Somos o primeiro sindicato a criar uma faculdade. Isso aconteceu devido à crescente necessidade de profissionais especializados nessa carreira, hoje tão promissora. Com modelo diferenciado, nosso objetivo é ter evasão zero, já nas primeiras turmas”, destaca o presidente do Seesp e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso Pinheiro. A grade curricular foi criada a partir da análise das necessidades apontadas pelas empresas do setor. Um dos diferenciais do curso é uma nova distribuição da carga horária de matemática e física, ao longo de cinco anos, seguindo o modelo americano.

A proposta surgiu como reflexo do que foi apontado ainda em 2006 pela FNE em seu projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” .O documento, que vem sendo atualizado constantemente, indica que é preciso ampliar a demanda por engenheiros para desenvolver o País e assegurar qualidade em sua formação. Atrelada a essa necessidade, a visão de que esses profissionais devem ter perfil voltado à inovação norteou a criação do ISITEC e constitui seu diferencial.

O curso
Além de agora estar apta a iniciar o processo seletivo à graduação, a instituição poderá oferecer pós-graduação lato sensu – os cursos de curta duração já estão sendo disponibilizados. Segundo o diretor-geral do ISITEC, Antônio Octaviano, a graduação será em período integral, com carga horária de 4.600h, superior ao mínimo exigido de 3.600h pelo MEC. A primeira turma deverá contar com 60 alunos. “Na grade curricular, está previsto um elenco grande de disciplinas, matérias optativas e atividades complementares”, acrescenta Octaviano.

A ideia é formar engenheiros que sejam capazes de se especializar em diversas áreas ao longo de sua carreira. A proposta audaciosa leva em conta o fato de hoje o mercado ser absolutamente dinâmico, requerendo atualização constante.

Fonte:In Press Oficina