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Fofoqueiro?!

Publicada em : 05/11/2013

Cerca de 95% dos jovens dizem evitar esse comportamento



Para muitos jovens, estagiar é sinônimo de contato com a primeira atividade profissional na vida. A inexperiência dentro do mercado pode causar dúvidas a respeito da postura ideal nas mais diversas situações. O Nube quis saber como os colaboradores se comportam diante da fofoca. Afinal, qual a melhor forma de lidar com ela no ambiente de trabalho?

Essa pergunta foi feita na enquete do site, de 7 a 18 de outubro. Ao todo, 8.449 votantes, de 15 a 26 anos, escolheram entre as opções “Eu não fofoco, falo diretamente para a pessoa”; “Fofoca faz parte do dia a dia e todos praticam”; “Geralmente, evito passar para frente conversas de corredor”; “Não tenho hábito de fofocar” e “Eu falo mal de quem é fofoqueiro”.

Duas das alternativas ficaram praticamente empatadas. Com 39,66% dos votos, “Geralmente, evito passar para frente conversas de corredor” por pouco ficou na frente da segunda colocada: “Não tenho hábito de fofocar”, a qual computou 38,71% da preferência.

Segundo Rafaela Gonçalves, analista de Treinamento e Desenvolvimento do Nube, isso demonstra a preocupação cada vez maior com a própria imagem dentro das corporações: “adotar tal atitude propicia o bom convívio e expressa neutralidade perante comentários, os quais não agregarão nada na carreira”.

Além disso, na visão da especialista, evitar esse comportamento reflete uma postura madura e profissional, características muito procuradas por empresas. “Atualmente, a boa conduta é uma ponte para o crescimento e reconhecimento nas organizações”, enfatiza.

Todas as outras possibilidades se distanciaram das favoritas. Em terceiro, quarto e quinto lugares ficaram, respectivamente: “Eu não fofoco, falo diretamente para a pessoa” (16,38%); “Fofoca faz parte do dia a dia e todos praticam” (4,13%) e “Eu falo mal de quem é fofoqueiro” (1,11%).

Muitas vezes, a fofoca retrata a falta de coragem de dizer algo cara a cara. “Os jovens precisam refletir sobre essas questões, pois o mercado contrata por meio dos bons currículos, mas, no dia a dia, demite por causa dos maus hábitos”, alerta Rafaela. Ela ainda deixa uma dica final: “coloque-se no lugar dos outros. Em um relacionamento, a sinceridade e a empatia fazem toda a diferença”.

Fonte:Nube