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Pesquisa educacional

Publicada em : 13/05/2013

Educação à distância tem menos credibilidade que presencial


60% dos entrevistados acreditam que a educação à distância é menos valorizada do que a educação presencial. A pesquisa foi realizada pela Universia em conjunto com a Trabalhando.com com internautas de 9 países ibero americanos, inclusive o Brasil

A possibilidade de estudar à distância é cada vez mais presente com a grande oferta de cursos universitários em todo o mundo, tanto para graduação como para os estudantes de pós-graduação. No entanto, a credibilidade desse profissional não é tão bem vista quanto aquele que faz um curso presencial. Pelo menos foi isso que aponta uma pesquisa divulgada hoje pela Universia (www.universia.com.br) e a Trabalhando.com, feita com Internautas de 9 países ibero americanos, entre eles o Brasil.

A maioria dos entrevistados (60%) disse que ao procurar um emprego, aquele que teve uma formação à distância tem menos valor que aquele que estudou através da forma presencial. Indagados sobre o motivo para isso, 37% afirmaram que o vínculo pessoal professor-aluno é vital. Além disso, 27% acreditam que há uma suposta má qualidade acadêmica e 25% acreditam que isso acontece por preconceito. 11%, por sua vez, acreditam que o cenário adverso é simplesmente por medo do desconhecido.

Contudo, 47% dos entrevistados afirmaram que acreditam que o nível educacional da educação à distância é a mesma que a presencial. 18% revelaram ter estudado à distância, enquanto 41% não, mas diz que ele ainda está em seus planos.

A decisão de optar pela educação à distância tem diversos motivos. A maioria dos entrevistados (23%) destaca o horário flexível. Enquanto isso, 14% consideraram os custos decrescentes importantes envolvidos para o aluno e 13% o acesso a universidades de prestígio. Não ter que frequentar as aulas (7%) e as dinâmicas da metodologia (10%) foram outros dados relevantes levantados.

10.586 pessoas participaram em nove países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico. Entre os entrevistados, aparece mais mulheres (52%) sobre o masculino (48%). Em termos de idade, 72% revelaram mais de 27 anos, seguido de 23% entre 21 e 26. Enquanto isso, 5% têm entre 18 e 20 anos.

Fonte:Tamer Comunicação Empresarial