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O mercado de intercâmbio no Brasil

Publicada em : 09/11/2011

O estudo foi executado pela Ideafix Pesquisas Corporativas e contou com o patrocínio do British Council, Icef e Coris

Em 2010, 167.432 estudantes brasileiros fizeram algum tipo de curso no exterior, girando mais de um bilhão de dólares. Mais de 60% das agências consideraram que dos últimos cinco anos, 2010 foi o que teve o maior número de alunos enviados ao exterior. A pesquisa apontou que em 2011 estima-se que o número de estudantes brasileiros no exterior chegue a cerca de 215 mil, girando mais de 1,5 bilhão de dólares. Em 2012, a previsão é que esse número salte para 282 mil estudantes, com quase dois bilhões de dólares injetados no segmento.

O aumento da participação da Classe C chamou atenção na pesquisa. Das 71 empresas entrevistadas, 54 atenderam a esse público entre 2010 e 2011. E 10% das agências informaram que a Classe C já corresponde por metade do movimento de negócios.

O estudo revelou ainda que os cursos de idioma são os principais produtos comercializados, correspondendo a mais de 60% das vendas. Programas de High School (ensino médio no exterior) aparecem em segundo lugar, com 22,5%. Em terceiro estão os cursos de férias, representando 11% dos negócios.

Ao listar os três países mais procurados, 90% das agências citaram o Canadá como primeira opção. No segundo lugar, os Estados Unidos apareceram em quase 70% das respostas. E o Reino Unido é o terceiro destino mais requisitado em cerca de 60% das empresas. Fatores como custos, facilidade para tirar o visto, segurança, qualidade do ensino e hospitalidade foram os principais motivos que fizeram do Canadá o destino mais procurado pelos brasileiros.

Ordem semelhante se aplica aos cursos de inglês no exterior. Canadá vem como primeira opção para 60% dos alunos, seguido por Estados Unidos, 21,1%, e Reino Unido, 15,5%. A França aparece como a principal escolha para cursos de francês em 76% dos estudantes, seguida pelo Canadá com quase 17%. Para espanhol, a Espanha lidera com mais de 70%. Argentina e Chile vêm na sequência com 19,7% e 2,8% respectivamente.

Oitenta e nove por cento das agências de intercambio que participaram da pesquisa apontaram a expectativa de haver um aumento nas vendas em torno de 40% nos próximos três anos.

Fonte:TI Comunicações