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Ninguém é de ninguém

Publicada em : 24/01/2013

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Há quem pense que sentir ciúme é provar que se ama ardentemente. Até descobrir que ele transforma sua vida amorosa em dolorosa tragédia que termina em amarga separação.

O espetáculo nos mostra que se fizermos as contas perceberemos que sofremos mais com as pessoas que amamos do que com aquelas que nos odeiam. Na peça, os casais: Roberto e Gabriela e Renato e Gioconda nos fazem enxergar que muitas vezes lutamos para ser o dono absoluto do outro, como se o fato de gostar nos desse esse direito e que por muitas vezes vivemos nos inferiorizando por não conseguir atingir nossos vaidosos ideais e sempre escolhemos alguém que terá a terrível tarefa de nos fazer sentir melhor.

Torturamos essa pessoa para que ela nos dê uma exaustiva atenção, a mesma que nós mesmos nos negamos.

O espetáculo com um toque especial de um humor requintado e de bom gosto mostra o cotidiano de duas famílias de hábitos e comportamentos diferente sendo uma de classe média e a outra de auto poder aquisitivo, onde um roubo, um desfalque, uma relação de ciúme doentio levará essas duas famílias a viverem momentos de desespero e de surpresas desafiadoras.

A peça nos faz refletir sobre o falso e o verdadeiro amor e perceber que a vida afetiva é um constante exercício de autodomínio.

No final descobriremos que só possuímos a nós mesmos, pois Ninguém é de Ninguém.

Ficha Técnica
Autoria: Zibia Gasparetto
Texto, direção e concepção geral: Sergio Lelys
Elenco: Sergio Lelys, Beto Nasci, Viviane Salles, Giovanni Grecco, Nildá Araujo e Gerardo Franco
Locução: Élcio Romar
Operador Técnico: Iury Soriano
Camareira: Edileuza Maria
Iluminação: Douglas Fernando
Cenário: Caito Ginlopes
Captação de Recursos: Rosana Nichio
Administração: Nildá Araujo
Produção executiva São Paulo: Flávia Primo
Realização: Sergio Lelys

Fonte:Gerardo Franco