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Max Viana no Tom Jazz

Publicada em : 07/11/2011

Para os amantes do espanhol, há uma faixa muito especial, “Vidas paralelas”, parceria com o compositor uruguaio Rodrigo Vicente

No set list estão parte do repertório do novo disco, como O que é que você quer de mim, Itinerário e É hora de fazer verão, além de canções dos cds anteriores, com destaque para Canções de rei, Prazer e luz, Vilarejo,entre outras.

Max estará acompanhado por Marcos Vasconcelos , guitarra; Andre Vasconcelos , baixo Joao Viana, bateria e Danilo Andrade, teclado.

Max Viana nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1973, é filho do músico Djavan. Em suas influências musicais estão ritmos como jazz, soul music, black music, MPB e flamenco. Largou a faculdade de Economia para estudar no Guitar Institute of Technology, em Los Angeles, onde teve aulas com feras como o guitarrista Scott Henderson. Ao voltar para o Brasil tocou com o charmeiro Edmon, gravou com Zé Ricardo, integrou a banda Sindicato Soul por três anos ao lado do vocalista Sergão Lorosa (atual Monobloco). Fez parcerias com Jair Rodrigues em canções como "Domingo de Verão" e "Prazer e Luz". Em shows de Bernardo Lobo, dividiu palco com Chico Buarque, Milton Nascimento e Edu Lobo.
Investiu em aulas de canto para defender as músicas que escrevia. Foi em 98 a partir de "Bicho Solto" que Max passou a participar dos discos e shows do pai, foram três anos de estrada.  Nesse mesmo ano deu inicio a gravação do que viria a ser o seu primeiro disco solo "No Calçadão", que devido às gravações de "Milagreiro", de Djavan, teve de esperar até o ano de 2003.

Um quadro de nós dois
 “Um momento de maturidade de minha carreira, que representa um passo adiante na composição, nos arranjos e na interpretação.” É assim que Max Viana define Um quadro de nós dois, seu terceiro CD que acaba de ser lançado pela Biscoito Fino e será apresentado no Tom Jaz no dia 19 de novembro.

São onze canções que giram em torno de um mesmo tema: o amor. “Tenho uma facilidade maior para falar de amor quando estou compondo. É um tema recorrente, que flui com naturalidade. Todo mundo se identifica com ele, seja uma história de final feliz ou final triste”, afirma Max, que tem como maior parceiro neste álbum Dudu Falcão (“Um quadro de nós dois”, “O que é que você quer de mim” e “O samba que eu guardei”). “Somos parceiros desde 2002. Volta e meia nos reunimos para compor, mesmo que não haja nenhum projeto em vista”, conta.

É claro que a parceria com Arlindo Cruz em “É hora de fazer verão”, que conta com a participação especialíssima de Alcione em dueto com Max traz o samba para o meio da roda. “O samba representa o que há de mais genuíno na música brasileira”. Uma história curiosa sobre a parceria com Arlindo é que Max enviou a música com alguns trechos de letra já esboçados. O sambista carioca respondeu perguntando se podia contar uma história pessoal. “Imaginei, então, que ele fosse mudar tudo, mas ao final o que eu escrevi coube perfeitamente na história que o Arlindo queria contar”. Apenas conhecendo Alcione socialmente, decidiu convidá-la para gravar. “Mostrei a música, ela adorou, e cantou muito bem como sempre!”.

Para os amantes do espanhol, há uma faixa muito especial, “Vidas paralelas”, parceria com o compositor uruguaio Rodrigo Vicente. “Nós nos conhecemos em uma destas excursões que fiz quando tocava com meu pai, e já produzimos várias canções”. Para Max, o idioma é bastante atraente, não só pela qualidade da música (ele cita Alejandro Sanz, Buika e Camarón de la Isla entre os artistas que costuma ouvir), como também pelo carinho das plateias durante as turnês pela América Latina.

A única música que não foi composta por Max para este CD é “O melhor vai começar”, de Guilherme Arantes, que traz muitas lembranças saborosas e uma comparação curiosa. “É uma música que tem uma aura de felicidade muito intensa, que me leva à adolescência, à rodinha de amigos com violão. É meu momento de intimidade com o meu instrumento, quando componho, toco músicas dos outros, penso em arranjos. Para mim, o melhor amigo do homem não é o cachorro, mas o violão.”

MAX VIANA
TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 - Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 19 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$ 40,00
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais
Informações e compra de ingressos:
# TOM JAZZ - Avenida Angélica, 2331 - Higienópolis.
(Horário de atendimento: segunda a sexta, das 10h às 17h)

# COMPRA POR TELEFONE - Ingresso Rápido - Tel: 4003-1212
(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 9h às 22h)
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);

# COMPRA PELA INTERNET
(www.tomjazz.com.br / www.ingressorapido.com.br)
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);

# PONTOS DE VENDA CAPITAL, INTERIOR E OUTROS ESTADOS
Consultar www.ingressorapido.com.br

Fonte:Maic Comunicação